Nov 23 2020

Ser Você Mesmo É O Melhor Negócio

By Meta Careers
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O Black@Facebook é um grupo formado por funcionários que se identificam como negros, mas vai muito além de um grupo de afinidade. É uma comunidade que efetivamente acolhe, dá voz e conscientiza sobre as questões enfrentadas pela Comunidade Negra.
"Eu estava grávida de 4 meses quando entrei no Facebook. Durante a gravidez, tive apoio do time para superar minhas dificuldades e flexibilidade para viver plenamente esse momento único." Como líder, Renata Sá oferece a mesma liberdade para seu time, para que cada um defina seus próprios limites.
="A imagem acima é de um artigo sobre funcionários negros do Facebook. O artigo conta a experiência destes funcionários e o que eles têm feito dentro da empresa para fomentar uma cultura de inclusão."
Renata S., Recruiting Operations Lead, Facebook Latam
"Fiquei muito impressionado no dia em que presenciei pela primeira vez a alta liderança da companhia sendo desafiada a responder perguntas abertas e diretas sobre temas sensíveis." Diego Raymundo nunca havia vivido isso profissionalmente e foi assim que teve certeza de estar no lugar certo.
A primeira pergunta de André Athayde em seu processo seletivo foi: "Quem vai me contratar entende de diversidade?" O questionamento transformou-se em admiração ao se deparar com uma gestora que efetivamente promove a diversidade dentro do Facebook, a ponto de ter tocado no assunto em seu discurso de agradecimento pelo prêmio Caboré, recebido em 2019.
O que essas histórias têm em comum, além de serem sobre pessoas da comunidade Black@Facebook, é o fato delas poderem ser exatamente o que são. Suas vozes são ouvidas, elas se sentem acolhidas e seus esforços são reconhecidos. O que deveria ser um padrão em qualquer ambiente de trabalho, aqui é um valor respeitado e impulsionado por todos: be open, ou seja, as pessoas são estimuladas a serem abertas a outras realidades, culturas e possibilidades. Valorizar a abertura no ambiente de trabalho é valorizar toda e qualquer voz, é permitir que a informação flua, é garantir um fluxo constante e compartilhado dos diversos valores que convivem na empresa.
Pessoas com mais informação podem tomar as melhores decisões. E quanto mais diversas as opções, mais rico será o impacto do trabalho realizado. "Diversidade traz criatividade" afirma André, e conclui: "As empresas que não pensarem em serem diversas estão fadadas ao fracasso."
É muito importante, para o Facebook, trazer a diversidade presente na sociedade para dentro da empresa. Não se trata apenas de uma questão social, mas de um diferencial competitivo. Ao contratar pessoas negras, mães grávidas, pessoas com deficiência ou de qualquer grupo com baixa representação, ganha-se um capital intelectual rico e diverso, com talentos que podem se desenvolver plenamente em um ambiente acolhedor e inclusivo.
"Se a pessoa pode viver, dentro de seu trabalho, da forma que ela realmente é - sem se preocupar em ser julgada ou discriminada - ela pode atingir níveis ainda maiores de performance profissional", afirma Diego, que tem, entre suas atribuições, o objetivo de criar as condições para aumentar a representatividade de pessoas negras ao longo de todo o processo seletivo.
="A imagem acima é de um artigo sobre funcionários negros do Facebook. O artigo conta a experiência destes funcionários e o que eles têm feito dentro da empresa para fomentar uma cultura de inclusão."
Diego R., Recruiting Operations Lead, Facebook Latam
"Não caia na síndrome do impostor!" é o conselho da Renata: "Durante o processo seletivo você vai descobrir se essa vaga é boa para você, vai descobrir se aqui é realmente o lugar que você acredita que possa fazer a diferença.". Renata, a propósito, só passou a se identificar como mulher negra após entrar no Facebook. Conhecer o trabalho realizado pelo Black@fb ajudou-a a enxergar o quanto a falta de referências negras em sua própria família fez com que ela se considerasse branca.
Hoje Renata é uma das líderes no Black@fb e um de seus projetos mais recentes é a Comunicação Inclusiva, que fez um levantamento de expressões preconceituosas, a princípio contra pessoas negras, mas que acabou se estendendo para todos os grupos de afinidade da empresa. "Aqui a gente tem oportunidade de falar sobre o que nos incomoda; as pessoas realmente vêm em primeiro lugar."
"No Facebook, eu consigo trabalhar de uma forma mais leve e mais ágil, e entregar o máximo de meu capital intelectual. Há uma diferença muito grande em relação outras culturas de trabalho que conheço: aqui a abertura é genuína." Mas, para Diego, isso não significa que tudo transcorre em prefeita harmonia: "Quanto maior a diversidade, maior a quantidade de visões diferentes com as quais a gente se depara. E eu aprendi muito sobre diversidade em discussões delicadas e sensíveis para nossa comunidade negra, graças à abertura que temos uns com os outros."
Diego se refere ao Juneteenth, um dos principais projetos que liderou em 2020, para discutir o racismo estrutural e suas questões históricas. O ponto alto foi a participação de Djamila Ribeiro, que "abriu nossos olhos para muitas questões que nem sabíamos que existiam'', conta Renata, entusiasta do projeto: "Eu só me dei conta que sofria preconceito depois de me entender como mulher negra."
"O fato de ter grupos de afinidades genuínos no Facebook só é possível pela abertura que a empresa realmente se propõe a praticar. Essa mudança de postura está ligada ao futuro do trabalho: é uma resposta a uma demanda social, não é uma utopia," afirma Diego, que faz questão de lembrar que qualquer pessoa pode discordar, se manifestar e questionar decisões da companhia. "A abertura é o centro, é o que faz tudo isso acontecer. Dar poder às pessoas para construir comunidades é a nossa missão, e ela só faz sentido se for praticada aqui dentro também."
À frente do pilar Potência Preta do projeto Rise, que tem como objetivo capacitar jovens da comunidade negra nas áreas de marketing digital e marketing science para entrada ou recolocação destes profissionais no mercado publicitário, André reforça a importância da abertura dentro do Facebook, à medida em que cresce a diversidade na empresa:
“"A partir do momento em que se cria um ambiente diverso, nasce uma perspectiva de novas ideias, de novas abordagens… E todo mundo ganha. Quem for contratado ganha, porque vai ter a oportunidade real de evoluir dentro de empresa, mas a empresa também ganha, porque vai viver essa evolução em novas ideias, mais qualidade e maior inovação. E o mercado igualmente ganha, porque novas perspectivas são trazidas."”
Tanto André, quanto Renata e Diego reforçam a importância de aumentar a quantidade de profissionais negros no mercado publicitário. Hoje, apenas 4,4% dos profissionais nesse segmento são negros, sendo que apenas 0,7% ocupam cargos de liderança*. "É muito importante as pessoas negras se verem cada vez mais representadas, porque elas são de extrema importância para sentar à mesa e ajudar a construir um novo modelo de negócio."
E isso vale para todos os grupos de afinidade: mães com filhos pequenos são muito mais produtivas quando estão acolhidas e apoiadas. O mesmo acontece com pessoas do grupo Pride — formado por funcionários que se identificam como LGBTQIA+ — que tem muito mais espaço para mostrar seu talento quando são respeitadas e podem se expressar plenamente. Pessoas que não são discriminadas nem são definidas por uma deficiência conquistam tudo o que qualquer pessoa pode conquistar.
Pode parecer óbvio, mas as pessoas poderem ser exatamente o que são e expressarem livremente suas potencialidades é um grande negócio. Para todo mundo.

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